terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Amor Verdadeiro ou Paixão


O Amor é um Precioso Dom de Jesus 
    É o amor um dom precioso, que recebemos de Jesus. A afeição pura e santa não é sentimento, mas princípio. Os que são movidos pelo amor verdadeiro, não são irrazoáveis nem cegos. 
    Pouco é o amor real, genuíno, devotado e puro. Este precioso artigo é muito raro. A paixão recebe o nome de amor. 
    O verdadeiro amor é um princípio elevado e santo, inteiramente diferente em seu caráter daquele amor que se desperta por um impulso e que subitamente morre quando severamente provado. Patriarcas e Profetas.
    O amor é uma planta de origem celeste, e precisa ser cultivada e nutrida. Corações afetivos, palavras verdadeiras, amoráveis, farão famílias felizes e exercerão influência própria para elevar em todos quantos entram na esfera dessa influência. 
    Amor Verdadeiro ou Paixão 
    O amor... não é irrazoável; não é cego. É puro e santo. Mas a paixão do coração natural é coisa totalmente diversa. Ao passo que o amor puro introduzirá a Deus em todos os seus planos e estará em perfeita harmonia com o Espírito de Deus, a paixão será obstinada, precipitada, irrazoável, desafiadora de toda restrição, e tornará o objeto de sua escolha um ídolo. Em toda a conduta de uma pessoa possuída de amor verdadeiro, manifestar-se-á o amor de Deus. Modéstia, simplicidade, sinceridade, moralidade e religião caracterizam todo passo no sentido de uma aliança matrimonial. Os que são assim regidos não se absorvem na companhia um do outro com detrimento do interesse nas reuniões de  oração e de culto. Seu fervor na verdade não perece pela negligência das oportunidades e privilégios que Deus graciosamente lhes deu. Review and Herald, 25 de setembro de 1888. 
    O amor que não se baseia senão em mera satisfação sensual, será obstinado, cego, incontrolável. A honra, a verdade, toda nobre e elevada faculdade do espírito são levadas cativas das paixões. O homem preso nas cadeias dessa insensatez fica muitas vezes surdo à voz da razão e da consciência; nem argumentos nem súplicas o podem levar a ver a loucura de sua conduta. Signs of the Times, 1º de julho de 1903. 
    O amor verdadeiro não é uma paixão forte, ardente, impetuosa. Ao contrário, é calmo e profundo em sua natureza. Olha para além das coisas meramente exteriores, sendo atraído unicamente pelas qualidades. É sábio e apto a discriminar, e sua dedicação é real e permanente. 
    O amor, erguido acima do domínio da paixão e do impulso, espiritualiza-se, e revela-se em palavras e atos. O cristão deve ter uma ternura e um amor santificados, em que não há impaciência ou irritação; as maneiras rudes, ásperas, precisam ser abrandadas pela graça de Cristo. 

sábado, 10 de dezembro de 2011

“SOMOS ESPECIAIS À VISTA DE DEUS”





Todas as nossas relações, basicamente, estão afetadas pela forma como nos sentimos e vemos.  Nossa auto-estima afeta a forma de como falamos e escutamos, determina se temos de atacar ou nos defender, ou se podemos ignorar a crítica.
Pode ser que fale demasiado ou escute muito pouco.  Tem uma necessidade intensa de dar uma boa impressão ao processo, e isso se torna  impossível.
A maioria de nós discutimos, conosco mesmo, entre os extremos do amor próprio e do ódio. Ambos extremos se vêem intimamente ligados ao EGO.
Os conceitos  sobre a auto-estima não provém de uma só fonte, assim que gostaríamos de considerar três fases diferentes:
1) Auto-estima) Respeito Próprio
3) Conceito Próprio.


1.      AUTO-ESTIMA
         Nosso valor pessoal provém de Deus, através da criação e da redenção.  Através da criação adquirimos nossa identidade -- a dos filhos e filhas de Deus, criados à Sua imagem. Mediante a redenção recebemos valor, um preço inestimável “Dignidade Alheia”. É o presente que Deus nos dá e é concedido a todos porque Deus não faz acepção de pessoas.
         
Veja sobre o prisma dos céus:
“Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e antes que saísses da madre, te consagrei e te constituí profeta às nações” Jer. 1:5
“Pois somos feitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.” Ef. 2:10
 “Pois Tu formaste o meu interior, Tu me teceste no seio da minha mãe.” Salmos 139:13
          “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...” (João 3:16.)
         O Senhor deseja que mantenhamos sempre no alto o valor da alma humana perante as pessoas que não compreendem Seu valor.
         Mas não é possível que um sentimento de valor próprio se converta em orgulho.  O orgulho é perigoso.  É chamado de “o pecado quase incurável e sem esperança”.  Foi o problema de Lúcifer no céu.  Não se conformava em ser um querubim da guarda, embora fosse o posto mais elevado que o de qualquer outro anjo. Começou a se comparar com os demais. O orgulho consiste em fazer comparações. “Eu sou melhor do que você. Tenho mais coisas que você. Minha função é mais importante do que a sua. Ganhei mais almas que você.”
         A Auto-estima é uma coisa diferente:
“Porque se alguém se julga ser alguma coisa, não sendo nada, a si mesmo se engana” Gálatas 6:3.
         O orgulho e a auto-estima não têm semelhanças. Uma é de origem divina e a outra começou com Lúcifer.  Uma está baseada no Amor a Deus e a outra se baseia no Egoísmo, Amor Próprio.
         Foi-nos dito que “O orgulho e o culto de si mesmo não podem medrar na alma que conserva sempre vivas na memória as cenas do Calvário” - O Desejado de Todas as Nações, pág. 637.
É exatamente quando  contemplamos essas mesmas cenas que Deus nos revela nosso verdadeiro valor.
2.       RESPEITO PRÓPRIO
         De onde provém o respeito próprio? O que é isso?  Cremos que o respeito próprio provém dos que sabem acerca de nós mesmos.  “Mediante hábitos errôneos, perde a faculdade da apreciação de si mesmo; perde o domino próprio”  A Ciência do Bom Viver, pág. 450.
         “Deveis cultivar o respeito próprio vivendo de modo que tenhais a aprovação de vossa consciência, e dos homens e dos anjos... Conquanto não devamos julgar-nos mais do que o devido, a Palavra de Deus não condena o justo respeito próprio. Como filhos e filhas de Deus, devemos ter conscienciosa dignidade de caráter, na qual não têm lugar o orgulho nem a presunção” - Nossa Alta Vocação, pág. 141.
         Uma dignidade consciente de caráter, ou como disse Salomão: 
“Quem anda em integridade anda seguro”  Provérbios 10:9. Tal é o fruto do respeito próprio.
3.      CONCEITO PRÓPRIO
         Nosso conceito próprio começa a se formar desde cedo em nossas vidas. Nossos pais, irmãos, outros membros de nossa família, nossos professores, companheiros e mesmo as pessoas desconhecidas nos dizem quem somos e se somos aptos ou não. Nosso conceito próprio provém do que pensamos que os demais pensam de nós.
         Que tipo de mensagens você recebeu quando era criança? Sentiu-se amado, querido, foi considerado valioso? Ou lhe disseram que era feio, lento, pouco prometedor?  Você já  perguntou alguma vez se essas opiniões  eram certas?  Você as aceitou?
         Nunca houve alguém mais atento às pessoas do que Jesus. Talvez seja porque Ele nunca se esqueceu de quem era.  Sua atitude não era egocêntrica, mas um reconhecimento consciente de sua qualidade de Filho, de Sua Obra e Missão.  Podia alcançar às pessoas afetivamente porque não estava concentrando-Se continuamente em tentar provar a identidade dos outros.

“SOMOS ESPECIAIS À VISTA DE DEUS”





Todas as nossas relações, basicamente, estão afetadas pela forma como nos sentimos e vemos.  Nossa auto-estima afeta a forma de como falamos e escutamos, determina se temos de atacar ou nos defender, ou se podemos ignorar a crítica.
Pode ser que fale demasiado ou escute muito pouco.  Tem uma necessidade intensa de dar uma boa impressão ao processo, e isso se torna  impossível.
A maioria de nós discutimos, conosco mesmo, entre os extremos do amor próprio e do ódio. Ambos extremos se vêem intimamente ligados ao EGO.
Os conceitos  sobre a auto-estima não provém de uma só fonte, assim que gostaríamos de considerar três fases diferentes:
1) Auto-estima) Respeito Próprio
3) Conceito Próprio.


1.      AUTO-ESTIMA
         Nosso valor pessoal provém de Deus, através da criação e da redenção.  Através da criação adquirimos nossa identidade -- a dos filhos e filhas de Deus, criados à Sua imagem. Mediante a redenção recebemos valor, um preço inestimável “Dignidade Alheia”. É o presente que Deus nos dá e é concedido a todos porque Deus não faz acepção de pessoas.
         
Veja sobre o prisma dos céus:
“Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e antes que saísses da madre, te consagrei e te constituí profeta às nações” Jer. 1:5
“Pois somos feitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.” Ef. 2:10
 “Pois Tu formaste o meu interior, Tu me teceste no seio da minha mãe.” Salmos 139:13
          “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...” (João 3:16.)
         O Senhor deseja que mantenhamos sempre no alto o valor da alma humana perante as pessoas que não compreendem Seu valor.
         Mas não é possível que um sentimento de valor próprio se converta em orgulho.  O orgulho é perigoso.  É chamado de “o pecado quase incurável e sem esperança”.  Foi o problema de Lúcifer no céu.  Não se conformava em ser um querubim da guarda, embora fosse o posto mais elevado que o de qualquer outro anjo. Começou a se comparar com os demais. O orgulho consiste em fazer comparações. “Eu sou melhor do que você. Tenho mais coisas que você. Minha função é mais importante do que a sua. Ganhei mais almas que você.”
         A Auto-estima é uma coisa diferente:
“Porque se alguém se julga ser alguma coisa, não sendo nada, a si mesmo se engana” Gálatas 6:3.
         O orgulho e a auto-estima não têm semelhanças. Uma é de origem divina e a outra começou com Lúcifer.  Uma está baseada no Amor a Deus e a outra se baseia no Egoísmo, Amor Próprio.
         Foi-nos dito que “O orgulho e o culto de si mesmo não podem medrar na alma que conserva sempre vivas na memória as cenas do Calvário” - O Desejado de Todas as Nações, pág. 637.
É exatamente quando  contemplamos essas mesmas cenas que Deus nos revela nosso verdadeiro valor.
2.       RESPEITO PRÓPRIO
         De onde provém o respeito próprio? O que é isso?  Cremos que o respeito próprio provém dos que sabem acerca de nós mesmos.  “Mediante hábitos errôneos, perde a faculdade da apreciação de si mesmo; perde o domino próprio”  A Ciência do Bom Viver, pág. 450.
         “Deveis cultivar o respeito próprio vivendo de modo que tenhais a aprovação de vossa consciência, e dos homens e dos anjos... Conquanto não devamos julgar-nos mais do que o devido, a Palavra de Deus não condena o justo respeito próprio. Como filhos e filhas de Deus, devemos ter conscienciosa dignidade de caráter, na qual não têm lugar o orgulho nem a presunção” - Nossa Alta Vocação, pág. 141.
         Uma dignidade consciente de caráter, ou como disse Salomão: 
“Quem anda em integridade anda seguro”  Provérbios 10:9. Tal é o fruto do respeito próprio.
3.      CONCEITO PRÓPRIO
         Nosso conceito próprio começa a se formar desde cedo em nossas vidas. Nossos pais, irmãos, outros membros de nossa família, nossos professores, companheiros e mesmo as pessoas desconhecidas nos dizem quem somos e se somos aptos ou não. Nosso conceito próprio provém do que pensamos que os demais pensam de nós.
         Que tipo de mensagens você recebeu quando era criança? Sentiu-se amado, querido, foi considerado valioso? Ou lhe disseram que era feio, lento, pouco prometedor?  Você já  perguntou alguma vez se essas opiniões  eram certas?  Você as aceitou?
         Nunca houve alguém mais atento às pessoas do que Jesus. Talvez seja porque Ele nunca se esqueceu de quem era.  Sua atitude não era egocêntrica, mas um reconhecimento consciente de sua qualidade de Filho, de Sua Obra e Missão.  Podia alcançar às pessoas afetivamente porque não estava concentrando-Se continuamente em tentar provar a identidade dos outros.

Estudante recorre à legislação relação à guarda do sábado


                        Estudante recorre à legislação sobre prestação alternativa e testemunha em relação à guarda do sábado
A imagem de Quielze Apolinário Miranda, 19 anos, esteve recentemente em destaque em dois dos principais portais de notícias do Brasil: Folha.com e G1.com. A razão? Ela ganhou uma decisão judicial que lhe deu o direito de ter suas faltas nas aulas de sexta-feira à noite abonadas. A resolução foi determinada tendo como base o direito de prestação alternativa de atividades acadêmicas em casos de escusa por motivo de consciência. Quielze, estudante adventista de Relações Internacionais, em Bauru, SP, contou com o respaldo da lei paulista 12.142/2005, além dos artigos 5º e 9º da Constituição Federal. Nesta entrevista, ela relata por que procurou um recurso judicial e como esse caso tem testemunhado a favor da fé adventista.

Que tipo de negociação você buscou com a universidade?Desde meu ingresso à universidade, eu estava ciente de que teria aulas às sextas à noite, porque meu curso só está disponível no regime noturno. Quando chegasse o momento de me pronunciar, esperava ser atendida ao entregar o costumeiro documento que os pastores adventistas fornecem falando sobre o motivo de nossa ausência às aulas aos sábados. Por isso, primeiramente fiz um requerimento na secretaria da universidade, com minhas próprias palavras, explicando minha crença e dando minha sugestão para a resolução do problema. Mas, infelizmente, pouco tempo depois recebi o resultado: requerimento indeferido por falta de amparo legal. Recorri ao coordenador do meu curso, que disse entender minha situação e que intercedeu por mim diante da pró-reitoria. Porém, eles também não foram favoráveis. Acredito que a universidade não entendeu o quanto era importante para mim essa concessão.

Quando você decidiu entrar com o recurso judicial? Qual foi o procedimento seguido e que argumentos foram apresentados?Eu não tinha conhecimento de que um recurso legal resolveria minha situação. Um advogado da minha igreja, que foi um dos que entrou com o recurso, comentou sobre essa possibilidade, e me aconselhou a fazê-lo. Porém, a princípio eu tinha receio que isso causasse discórdia entre mim e a faculdade. Como o recurso foi necessário, pedi a orientação de outro advogado que frequenta minha igreja. Ele, com o advogado que havia me aconselhado, elaboraram um mandato de segurança, tendo como base os artigos 5º e 9º da Constituição Federal, as normas do Pacto de São José da Costa Rica e do Pacto sobre Direitos Civis e Políticos (tratados internacionais que o Brasil obedece), além da lei paulista 12.142/2005, que assegura aos cidadãos a liberdade de religião, com a prestação de trabalhos acadêmicos alternativos.
Como seus colegas e professores reagiram?Desde o começo, meus professores e colegas torceram por uma decisão favorável a mim, por isso ficaram muito felizes com o resultado. Mas eu não esperava que um simples caso fosse virar notícia e dar tamanha repercussão. Não tenho dúvidas de que isso é a mão de Deus agindo, é Ele usando a mídia, a mim, e a muitas pessoas para pregar Sua verdade. Muitas pessoas têm vindo falar comigo, adventistas, ex-adventistas, e de outras religiões. Pessoas que tiveram a fé fortalecida e até que voltaram a frequentar a igreja.

Como foi o contato com os jornalistas?
No mesmo dia em que ganhei a causa, fiquei sabendo pelo meu advogado que a Folha de S.Paulo havia ouvido meu caso, talvez pela Rádio Justiça, e se interessou em fazer uma matéria. Mais tarde, o repórter do jornal ligou para mim, fez algumas perguntas, e uma semana depois a matéria saiu. E quando foi publicada, a TV TEM, afiliada da Rede Globo, também entrou em contato comigo. A pessoa que fez essa ligação havia estudado em colégios adventistas. Foi uma experiência satisfatória, porque no fim da entrevista na minha casa dei ao repórter um DVD Profecias Para o Tempo do Fim, do pastor Roberto Motta, e o livro A Grande Esperança.

Você é uma boa aluna?
Eu tenho boas notas e boa frequência às aulas. Com certeza isso conta muito nessas horas. Minhas notas foram anexadas ao mandato de segurança feito pelos advogados. Creio que a universidade trata de forma diferenciada o pedido de um bom aluno. E creio também que a conduta de um jovem adventista é mais observada por causa dos valores que professamos.

O que você diria para outros estudantes que passam por situação semelhante?
O objetivo da matéria da Folha de S.Paulo era que outras pessoas que passam pelo mesmo problema soubessem que têm seus direitos garantidos. Espero que isso esteja sendo alcançado. Até pouco tempo, eu não sabia que esse caso poderia ser resolvido na justiça. Mas aos que enfrentam isso, aconselho que façam primeiro como eu fiz, tentem conseguir o respeito a esse direito através do diálogo, sempre pacífica e pacientemente. E, caso não tenham sucesso, procurem um advogado de confiança que oriente quais passos seguir. Porém, acima de tudo, tenha em mente que o mais importante é “obedecer a Deus que aos homens” (At 5:29). [Equipe ASN, Wendel Lima]
 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Não em "Minha Própria Vontade"


Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai. Rom. 8:15
A obra de santificação começa no coração, e é-nos possível chegar a tal relação com Deus, que Jesus possa pôr sobre nós Seu divino molde. Precisamos esvaziar-nos de nós mesmos, a fim de dar lugar a Jesus; mas quantos têm o coração tão cheio de ídolos que não têm espaço para o Redentor do mundo! O mundo conserva o coração dos homens em cativeiro. Eles centralizam os pensamentos e afeições em seus negócios, posições, família. Apegam-se a suas opiniões e maneiras de ser, e acariciam-nos como ídolos da alma; mas não podemos consentir em submeter-nos ao serviço do próprio eu, apegando-nos a nossa própria vontade e idéias, e excluindo a verdade de Deus.
Precisamos esvaziar-nos de nós mesmos. Isto não é tudo, porém, que se requer; pois quando houvermos renunciado aos nossos ídolos, o vácuo precisa ser preenchido. Se o coração ficar desolado e o vácuo não for preenchido, estará na mesma condição que aquele cuja casa se achava "vazia, varrida e ornamentada" (Mat. 12:44), mas sem um hóspede para ocupá-la. O mau espírito levou consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitaram ali; e o último estado daquele homem tornou-se pior do que o primeiro. ...
Talvez acheis que não podeis receber a aprovação do Céu. Pode ser que digais: "Nasci com uma tendência natural para este mal, e não posso vencer." Mas foram tomadas todas as providências por nosso Pai celestial para poderdes vencer toda tendência pecaminosa. Deveis vencer como Cristo venceu em vosso favor. Ele diz: "Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no Meu trono, assim como também Eu venci e Me sentei com Meu Pai no Seu trono." Apoc. 3:21. Foi o pecado que pôs a família humana em perigo; e antes de ser criado o homem, foi tomada a providência de que, se o homem não suportasse a prova, Jesus tornar-Se-ia o seu sacrifício e penhor, para que pela fé nEle, o homem pudesse reconciliar-se com Deus, pois Cristo era o Cordeiro "morto desde a fundação do mundo". Apoc. 13:8. Cristo morreu no Calvário para que o homem tivesse poder para vencer suas tendências naturais para pecar.
Talvez alguém pergunte, porém: "Não posso seguir minha própria vontade, e fazer o que bem entendo?" Não, não podeis seguir vossa própria vontade, e entrar no reino dos Céus. Ali não haverá "minha vontade". Os caminhos humanos não encontrarão lugar no reino dos Céus. Nossos caminhos devem coincidir com os caminhos de Deus.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Mudar é preciso

Na maioria dos relacionamentos, a coisa mais espinhosa para uma pessoa é reconhecer que precisa mudar, independentemente da atitude da outra parte. Por isso, acho genial a seguinte afirmação de John C. Maxwell: “Lidar com gente difícil é complicado, especialmente quando a pessoa difícil é você.”

Você acha que seu cônjuge é o único que precisa mudar? Considera-o uma pessoa difícil? Talvez você tenha razão, mas...

Certo homem conseguiu superar todas as barreiras que atrapalhavam seu casamento. Ele havia lutado durante muitos anos, admitindo que a esposa era o grande obstáculo de sua vida. Brigou muito, colocou a autoestima dela lá embaixo. Quando procurava ajuda de algum amigo ou conselheiro, jamais reconhecia que ele mesmo devia mudar o foco. Estava sempre na defensiva.

Um dia, alguém lhe contou que um grupo de homens estava limpando as tubulações de esgoto da cidade. Encontraram todo tipo de coisa imunda nos tubos de três metros de diâmetro. Era um trabalho desagradável. Eles removeram dali toda tranqueira malcheirosa. Mas, para surpresa deles, encontraram algumas joias de grande valor. Isso lhes mudou a maneira de encarar aquele trabalho.

Quando o cônjuge “perfeito” acabou de ouvir essa história, caiu em si e fez uma autoanálise que revolucionou sua vida.

No relacionamento com o cônjuge, é preciso entender duas coisas, pelo menos. A primeira é: Quem está do outro lado, tem coisas ruins e coisas boas. O que é bom, mesmo que seja pouco, é motivo suficiente para continuar o relacionamento. Isso pode ser a fagulha de uma grande mudança nas atitudes do cônjuge considerado “difícil”. A segunda coisa é: Você pode estar com a tubulação entupida. Se for o caso, admita que precisa fazer uma limpeza completa, antes de querer mudar seu parceiro ou parceira.

Um grande líder confessou publicamente: “Ao longo de minha vida, tive que superar inúmeros obstáculos, e o principal deles fui eu.”

Às vezes, é doloroso admitir isso, mas é o caminho mais curto para consertar nossos relacionamentos. E não se esqueça de uma coisa: Não se contente com remendos. Procure a solução completa. Alie-se a Deus e Ele lhe dará força e coragem para vencer todas as barreiras.

Justiça dá a estudante adventista direito de faltar a aulas


Uma estudante adventista matriculada numa universidade católica do interior de São Paulo conseguiu na Justiça, na semana passada, o direito de não ir às aulas às sextas à noite e aos sábados de manhã.

Quielze Apolinario Miranda, 19, é da igreja Adventista do Sétimo Dia, que prega o recolhimento da hora em que anoitece nas sextas-feiras até o fim do dia dos sábados.

Aluna do 1º ano do curso de relações internacionais da USC (Universidade Sagrado Coração), instituição fundada por freiras católicas em Bauru na década de 1950, Quielze nunca foi às aulas noturnas às sextas e aos sábados e corria o risco de ser reprovada por faltas.

Ela diz ter tentado negociar com a reitoria para apresentar trabalhos alternativos. A USC, de acordo com a estudante, negou em várias instâncias o pedido.

"Geralmente, em outras faculdades é mais fácil. O pastor entrega uma cartinha falando sobre liberdade religiosa e o aluno consegue a dispensa", afirma. "Aqui, não consegui."

Trabalho extraclasse

No último dia 16, o advogado da aluna, Alex Ramos Fernandez, entrou com mandado de segurança na Justiça Federal de Bauru.

Solicitou a substituição das atividades das 18h das sextas às 18h dos sábados por "prestações alternativas", como trabalhos extraclasse.

"O que ela estava buscando era uma igualdade para preservar o sentimento e a intimidade religiosa dela", diz.

"Nesses casos o aluno até estuda mais, pois os professores dão trabalhos mais elaborados do que assistir a uma aula. Não há uma quebra de isonomia entre os alunos."

Amparo geral

O juiz da 3ª Vara Federal de Bauru, Marcelo Zandavali, concedeu uma liminar que obriga a USC a oferecer atividades alternativas.

De acordo com o texto, a USC alegou que faltava ao requerimento da aluna "amparo legal".

O magistrado discordou da instituição e baseou sua decisão nos artigos 5º e 9º da Constituição e na lei paulista nº 12.142, de 2005, que assegura ao aluno esse direito em respeito à sua religião.

A USC informou que só vai se manifestar depois de ser oficialmente notificada.

Segundo o advogado de Quielze, que é adventista e se especializou em casos como o dela, a Justiça vem atendendo, nos últimos anos, aos pedidos de alunos adventistas e judeus, que também guardam os sábados.

A igreja Adventista do Sétimo Dia, religião cristã que surgiu nos anos 1840 nos Estados Unidos, tem como doutrina a crença que Jesus voltará -o advento- e que os mortos dormem, inconscientes, até a ressurreição. Existe no Brasil desde 1894.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A vitória da esperança


Todos nós acompanhamos com muita emoção o resgate dos 33 mineiros que ficaram soterrados por
69 dias a quase 700 metros de profundidade em uma mina de ouro e cobre no norte do Chile.
A mina de San José, no deserto de Atacama, sofreu um desabamento no dia 5 de agosto de 2010. Nos primeiros 17 dias, não houve comunicação com o exterior. Os mineiros sobreviveram com duas colheres
de atum enlatado, um gole de leite e meio biscoito, a cada 48 horas. Somente no dia 22 de agosto, quando a perfuração conseguiu chegar ao local em que os trabalhadores estavam confinados, veio a mensagem de José Ojeda: “Estamos bem no refúgio, os 33.” Então a esperança de salvamento deixou de ser uma miragem para ganhar contornos de uma possibilidade remota. A confirmação de que os mineiros estavam vivos e confiantes de  que os técnicos, o governo e todos os envolvidos no resgate fariam os maiores esforços e usariam a melhor tecnologia levou novo ânimo ao montado pelas famílias, nas proximidades da entrada da mina, logo após o acidente.  A grande esperançaA partir daí, os trabalhos foram acelerados e três diferentes planos
de resgate passaram a ser executados. Havia muito que fazer, era necessário
correr contra o tempo, mas sem atropelar a segurança. Foram
mais 33 dias de trabalho intenso e cuidadoso, até que o duto rompesse
todas as camadas de rocha e os detalhes finais do resgate começassem
a ser equacionados.
O Acampamento Esperança ficava cada vez mais agitado, com os familiares
acompanhando os trabalhos e a chegada de jornalistas de muitos
países para realizar a cobertura do evento. Finalmente, depois de 69
dias de espera – recorde absoluto em termos de sobrevivência –, a cápsula
Phoenix 2 traz à superfície, um a um, todos os 33 mineiros, sãos e salvos.
Essas últimas duas palavras – que usamos de forma quase habitual,
sem pensar no seu significado – resumem com precisão a condição
dos mineiros ao saírem da sua sepultura rochosa: todos exibiam
excelente saúde e vitalidade, além de muitas demonstrações de renovação
espiritual, desde que receberam as mini Bíblias, enviadas pela
Igreja Adventista do Sétimo Dia, até a decisão de usarem as camisetas
que estampavam a inscrição “Graças, Senhor” e a mensagem de
Salmo 95:4. E, mais recentemente, quase todos os resgatados, juntamente
com familiares, cumpriram um roteiro espiritual na Palestina,
que incluiu até batismo nas águas do rio Jordão.
Esse fato, ainda bem vivo na memória de todos nós, é mais uma
demonstração da importância da fé, da esperança e do amor – as três
principais virtudes cristãs. A fé é como um braço forte com o qual
nos agarramos à onipotência divina. A esperança se fundamenta na
fé, mas também se alimenta das evidências da história e das verdades
reveladas por Deus, e focaliza o futuro. Inclui muito de expectativa
e desejo, enquanto atua para mudar as realidades do presente. Nesse
ponto é que entra o amor, a melhor motivação para agir, para modificar
a história. Esse é o combustível de todas as boas ações.
O livro que você tem em mãos é parte de uma grande campanha
desenvolvida nos últimos anos em favor da esperança, com o objetivo
de discutir uma visão do futuro para mudar o presente. É uma seleção
de apenas 11 capítulos curtos, simples, mas provocativos. Discutem
algumas das questões que mais interessam a todos nós, como: o porquê
do sofrimento, a verdadeira paz, a vida após a morte e a vitória final
do amor de Deus.
Eles seguem uma ordem lógica, que começa com a origem dos
problemas e termina com a solução definitiva. Mas entre esses dois
extremos cada um de nós tem que viver o seu dia a dia e nesse ponto
é que a esperança faz toda a diferença.
Temos crises por todos os lados. Quem fica apático ou apavorado
está se colocando fora do alcance da solução. Por outro lado, quem
aceita questionar, esperar e participar entra num círculo virtuoso que
inclui outros elementos, também tratados neste livro, como: Deus, um
guia seguro, a verdade.
A boa notícia é que há uma luz no fim. E essa luz está chegando
até nós, para iluminar o nosso caminho. Reflita na mensagem deste
pequeno livro que apresenta uma grande proposta. Quem tem esperança,
tem um grande futuro.



sábado, 3 de dezembro de 2011

A VITÓRIA DA ESPERANÇA



Todos nós acompanhamos com muita emoção o resgate dos 33 mineiros que ficaram soterrados por 69 dias a quase 700 metros de profundidade em uma mina de ouro e cobre no norte do Chile. A mina de San José, no deserto de Atacama, sofreu um desabamento no dia 5 de agosto de 2010. Nos primeiros 17 dias, não houve  comunicação com o exterior. Os mineiros sobreviveram com duas colheres de atum enlatado, um gole de leite e meio biscoito, a cada 48 horas. Somente no dia 22 de agosto, quando a perfuração conseguiu chegar ao local em que os trabalhadores estavam confinados, veio a mensagem de José Ojeda: “Estamos bem no refúgio, os 33.” Então a esperança de salvamento deixou de ser uma miragem para ganhar contornos de uma possibilidade remota. A confirmação de que os mineiros estavam vivos e confiantes de que os técnicos, o governo e todos os envolvidos no resgate fariam os maiores esforços e usariam a melhor tecnologia levou novo ânimo ao Acampamento Esperança, montado pelas famílias, nas proximidades da entrada da mina, logo após o acidente. A partir daí, os trabalhos foram acelerados e três diferentes planos de resgate passaram a ser executados. Havia muito que fazer, era necessário correr contra o tempo, mas sem atropelar a segurança. Foram mais 33 dias de trabalho intenso e cuidadoso, até que o duto rompesse todas as camadas de rocha e os detalhes finais do resgate começassem a ser equacionados. O Acampamento Esperança ficava cada vez mais agitado, com os familiares acompanhando os trabalhos e a chegada de jornalistas de muitos países para realizar a cobertura do evento. Finalmente, depois de 69 dias de espera – recorde absoluto em termos de sobrevivência –, a cápsula Phoenix 2 traz à superfície, um a um, todos os 33 mineiros, sãos e salvos. Essas últimas duas palavras – que usamos de forma quase habitual, sem pensar no seu significado – resumem com precisão a condição dos mineiros ao saírem da sua sepultura rochosa: todos exibiam excelente saúde e vitalidade, além de muitas demonstrações de renovação espiritual, desde que receberam as mini Bíblias, enviadas pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, até a decisão de usarem as camisetas que estampavam a inscrição “Graças, Senhor” e a mensagem de Salmo 95:4. E, mais recentemente, quase todos os resgatados, juntamente com familiares, cumpriram um roteiro espiritual na Palestina, que incluiu até batismo nas águas do rio Jordão. Esse fato, ainda bem vivo na memória de todos nós, é mais uma demonstração da importância da fé, da esperança e do amor – as três principais virtudes cristãs. A fé é como um braço forte com o qual nos agarramos à onipotência divina. A esperança se fundamenta na fé, mas também se alimenta das evidências da história e das verdades reveladas por Deus, e focaliza o futuro. Inclui muito de expectativa e desejo, enquanto atua para mudar as realidades do presente. Nesse ponto é que entra o amor, a melhor motivação para agir, para modificar a história. Esse é o combustível de todas as boas ações. O livro que você tem em mãos é parte de uma grande campanha desenvolvida nos últimos anos em favor da esperança, com o objetivo de discutir uma visão do futuro para mudar o presente. É uma seleção de apenas 11 capítulos curtos, simples, mas provocativos. Discutem algumas das questões que mais interessam a todos nós, como: o porquê do sofrimento, a verdadeira paz, a vida após a morte e a vitória final do amor de Deus. Eles seguem uma ordem lógica, que começa com a origem dos problemas e termina com a solução definitiva. Mas entre esses dois extremos cada um de nós tem que viver o seu dia a dia e nesse ponto é que a esperança faz toda a diferença. Temos crises por todos os lados. Quem fica apático ou apavorado está se colocando fora do alcance da solução. Por outro lado, quem aceita questionar, esperar e participar entra num círculo virtuoso que inclui outros elementos, também tratados neste livro, como: Deus, um guia seguro, a verdade. A boa notícia é que há uma luz no fim. E essa luz está chegando até nós, para iluminar o nosso caminho. Reflita na mensagem deste pequeno livro que apresenta uma grande proposta. Quem tem esperança, tem um grande futuro.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Os Anjos no Céu, Antes da Rebelião



  
    Cristo Como Deus Criador 
    Antes que os homens ou os anjos fossem criados, "o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus". João 1:1. 
    O mundo foi criado por Ele, "e sem Ele nada do que foi feito se fez". João 1:3. Se Cristo fez todas as coisas, existiu antes de todas elas. As palavras a este respeito são tão decisivas, que ninguém precisa ter dúvidas. Cristo era essencialmente Deus, e no mais elevado sentido. Estava com Deus desde a eternidade, Deus sobre tudo, bendito para sempre. 
    O Senhor Jesus Cristo, o divino Filho de Deus, existiu desde a eternidade como pessoa distinta, embora Um com o Pai. Era Ele a mais excelsa glória do Céu. Era o comandante das inteligências celestiais, e recebia como um direito Seu as homenagens e adoração dos anjos. Review and Herald, 5 de abril de 1906. 
    Cristo declarou por intermédio de Salomão: "O Senhor Me possuiu no princípio de Seus caminhos e antes de Suas obras mais antigas. Desde a eternidade, fui ungida [a Sabedoria]; desde o princípio, antes do começo da Terra. ... Quando punha ao mar o seu termo, para que as águas não   traspassassem o Seu mando; quando compunha os fundamentos da Terra, então, Eu estava com Ele e era Seu aluno; e era cada dia as Suas delícias, folgando perante Ele em todo o tempo." Prov. 8:22, 23, 29 e 30. 
    Ao falar de Sua preexistência, Cristo conduz a mente a eras infinitas do passado. Ele nos assegura que jamais houve um tempo em que não estivesse em íntima comunhão com o Deus eterno. Ele... tem mantido com Deus o relacionamento de um único Ser. Signs of the Times, 29 de agosto de 1900. 
    Que é o serviço dos anjos em comparação com Sua [de Cristo] condescendência? Seu trono é desde toda a eternidade. Ele formou toda arcada e toda coluna do grande templo da Natureza. Nos Lugares Celestiais, pág. 40. 
    Cristo, o Verbo, o Unigênito de Deus, era um com o eterno Pai - um na natureza, no caráter e no propósito - o único Ser em todo o Universo que poderia entrar nos conselhos e propósitos de Deus. O Grande Conflito, pág. 493. 
    Deus Estabelecera um Plano 
    Antes do Surgimento do Pecado 
    Deus e Cristo sabiam, desde o princípio, da apostasia de Satanás e da queda de Adão mediante o poder enganador do apóstata. O plano da salvação foi elaborado para remir a raça caída, para dar-lhe outra oportunidade. Cristo foi designado para o cargo de Mediador da criação de Deus, destinado desde a eternidade a ser nosso substituto e penhor.